G Magazine voltou: como acessar a nova versão digital e gratuita
- Onfire Pop

- 28 de jul.
- 3 min de leitura
Depois de mais de uma década de saudosismo entre os fãs, a G Magazine finalmente rompeu o silêncio.

Imagem reprodução G Magazine
A marca que virou sinônimo de nudez masculina no Brasil dos anos 2000 reaparece agora com uma proposta completamente repaginada, deixando de lado as bancas e o papel para se reinventar como uma plataforma digital, gratuita e conectada ao jeito como as pessoas consomem conteúdo hoje.
Uma nova era digital para a revista
A G Magazine está de volta. Depois de 13 anos fora de circulação, a revista que marcou os anos 2000 ao explorar a nudez masculina retorna, mas com uma proposta digital, gratuita e interativa, deixando para trás o modelo impresso e apostando em um formato inspirado nas redes sociais.
A nova versão já está no ar e pode ser acessada por qualquer pessoa em www.gmagazine.co, reunindo textos, imagens, vídeos curtos e interação direta entre os usuários em um único ambiente digital.
Segundo Rodrigo Ipolito, editor da nova fase da publicação, a ideia central é criar uma plataforma onde convivam conteúdo editorial, produtores de conteúdo e interação direta com o público, um conceito bem diferente do modelo original, baseado exclusivamente na publicação mensal impressa.
Nudez opcional: o que muda nos novos ensaios
A nudez masculina segue como principal atrativo da marca, mas chega com mudanças em relação ao que os fãs mais nostálgicos lembram.
Enquanto na versão original o nu frontal e a ereção eram praticamente regra, agora esse conteúdo passa a ser opcional.
A proposta é abrir espaço para modelos e celebridades que topem participar apenas de ensaios mais soft, sem abrir mão da essência que sempre definiu a publicação.
Segundo o próprio editor, a expectativa é que a maioria dos ensaios continue trazendo nudez frontal e ereção, mas agora com liberdade de escolha para quem topa posar.
Influenciadores e ex-participantes de reality entram no radar
Para reforçar essa nova fase, a revista também amplia o leque de quem pode estampar suas páginas.
Além de modelos e atletas, que sempre foram protagonistas na publicação original, agora também entram no radar influenciadores, artistas e até ex-participantes de reality shows, sempre em busca de sustentabilidade e engajamento para o projeto no longo prazo.
Um resgate histórico: a primeira capa da revista
Um detalhe que reforça o peso histórico da marca é a lembrança da sua primeira capa.

Revista G Magazine número 1/Reprodução
Lá em outubro de 1997, quando a revista ainda dava os primeiros passos sob o nome G Magazine, quem estampou a estreia foi o modelo Vitor Xavier, conhecido na época por participar do Programa Raul Gil.
Aquela edição inaugural se tornou um marco para o mercado editorial voltado ao público gay masculino no Brasil e é lembrada até hoje por colecionadores e fãs da publicação.
O legado da G Magazine
Vale lembrar que a G Magazine não é qualquer revista. Fundada em 1997, ela se tornou um fenômeno editorial dedicado ao público gay masculino, reunindo ensaios de nomes como Alexandre Frota, Vampeta, Túlio Maravilha e outros tantos famosos que toparam o desafio de posar nus para suas páginas.
No auge, a publicação teve tiragens que chegaram a 180 mil exemplares por mês, número que a colocava lado a lado com a Playboy em relevância dentro do mercado editorial brasileiro.
Nostalgia e inovação de mãos dadas
Agora, treze anos depois de sair de circulação, a marca aposta em um modelo mais conectado ao consumo digital atual, unindo nostalgia e inovação em uma plataforma pensada para reaproximar antigos leitores e conquistar um novo público, que já nasceu acostumado à lógica das redes sociais.




Comentários